Prepare-se para descobrir os maiores pecados gastronômicos que fazem qualquer italiano perder a paz!
Na Itália, cappuccino é uma bebida sagrada do café da manhã. Pedir um após o almoço é visto como um erro quase infantil. Os italianos preferem um café espresso simples e curto para finalizar as refeições com classe.
Diplomas, históricos, contratos e declarações precisam de tradução juramentada e Apostila de Haia.
Bechamel tem seu lugar em pratos como lasanhas, mas em massas do dia a dia? Nem pensar. Os italianos valorizam os molhos tradicionais, como pomodoro, pesto ou ragu, que carregam séculos de história e sabor autêntico.
Essa combinação é vista como um verdadeiro insulto ao paladar refinado italiano. Frutos do mar têm sabor delicado, e cobrir isso com parmesão é como esconder uma obra-prima atrás de uma cortina.
Se um italiano vê isso, é capaz de interromper a refeição. Pizza de verdade se valoriza com molho de tomate artesanal, feito com tomates maduros e temperos frescos, não com ketchup industrializado.
É melhor investir em uma panela mais comprida. Quebrar o espaguete é considerado um crime contra a tradição culinária. Ele foi feito para ser enrolado, não fragmentado!
Cada formato de massa tem sua própria textura, tempo de cozimento e tipo de molho ideal. Misturar penne com fusilli, por exemplo, é como montar um quebra-cabeça com peças de caixas diferentes.
Massa deve ser al dente, com firmeza ao morder. Quando cozida demais, vira uma papa pegajosa que mata a alma do prato. Os italianos consideram isso uma falha grave na cozinha.
Esse é um mito persistente! O óleo não evita que a massa grude — isso se resolve mexendo bem e usando bastante água. Além disso, o óleo pode impedir o molho de se fixar corretamente.
Não basta saber o nome de cada tipo de massa… Tem que ter certidões em ordem e apostiladas!